quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Sonhos...

Em geral quando falamos em sonhos, nos referimos à coisas que queremos ter, fazer ou ser. Mas hoje eu tive um sonho, sonho de verdade, dormindo, lindo e absolutamente colorido! Eu passei muito tempo, neste sonho, cuidando de uma grande gaiola com, ao menos, três pássaros. Até aí, as cores eram, como sempre são, em sépia, embora mais definidas as cores. Num dado momento, eu tomei nas mãos um dos pássaros que lutou para fugir. Eu sinto até agora suas pequenas garras cravadas nos meus dedos, tentando fugir. Então, eu decidi libertá-lo. Inda cuidei que outros dois se mantivéssem presos, colocando-os para dentro da grande gaiola e observando se tinham ficado bem. Como se pássaros ficassem bem em gaiolas! A gente é que se dá o direito de prendê-los, não os temos! Bem, mas no sonho eu agia como se fosse normal e como se eu soubesse mesmo o que tinha de fazer: soltar aquele pássaro em minha mão. Então, sai com o pequenino pássaro entre minhas mãos. Uma criança me olhava. Eu o soltei, mas ele bateu em algo parecido com um teto e retornou. Peguei-o novamente, certifiquei-me de que estava bem e corri um pouco pra um local aberto, logo à minha frente. O chão tinha umas pocinhas de água com gramas nascidas nelas e refletia o céu. E, minha nossa, o céu estava absolutamente azul!! Se tivesse como eu colocaria aqui uma foto! O azul celeste mais lindo que eu jamais tinha visto num sonho!! O pássaro agora era amarelo vivo, era um canário, mais um tanto maior. Eu o soltei e ele voou livre, lindo, para o azul do céu. Eu me deitei no chão pra vê-lo - a criança ainda me observava, eu sei. Fiquei olhando aquele cenário lindo: céu, chão, o pássaro e seu voo, meu Deus como tudo estava lindo!!!!! LINDO. Acordei e ainda fiquei na cama pensando nas cores, na libertação do pássaro, no sonho todo, mas o que ficará para sempre será a cor. Um sonho de cores neste meu sonho colorido...

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Orgulho e preconceito


É tão bom ter tanto o que ler vida afora!
Pra quem quer uma leitura suave, romântica toda vida, saboreie Orgulho e preconceito, de Jane Austen.
Ainda há a versão filme, que é uma gostosura.
Deliciem-se!

Mais perto, mais perto, mais perto...

Há uma passagem no filme "O pequeno príncipe" em que Glene Wilder, que faz a raposa, para explicar ao principezinho sobre cativar, canta uma canção que fala das aproximações vagarosas que fazemos antes de nos encantarmos com as pessoas e nos tornarmos amigos. A propósito, eu sou a-pai-xo-na-da por esta cena! Hoje percebi que isto já está acontecendo entre meus cãezinhos. Devaagarinho, devagarinho...

sábado, 8 de janeiro de 2011

Guerra e Paz


Foi fantástica a forma com que os painéis Guerra e Paz, de Cândido Portinari, foram apresentados ao público, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Um afago, um verdadeiro presente de ano novo, para quem, como eu que foi assisti-lo em janeiro. Vídeo, Villa Lobos, versos e vasto jogo de luzes, nos brindaram antes do visualizarmos a obra, propriamente dita.
É emocionante ver a criatividade e o envolvimento do nosso povo.
Todos os que trabalharam na produção estão de parabéns!
Agora é aguardar sua locomoção para o Palácio Gustavo Capanema,em maio, onde serão restaurados, para levar outras pessoas para apreciarem a riqueza de azul e de amarelo, de que Portinari se utilizou para retratar, de forma majestosa, os opositores Guerra e Paz.
Amor não obedece a um tipo de semáforo
que nos avisa quando está prestes, ou autorizado, a partir.
Não traz um pisca alerta a indicar pra que lado devemos nos direcionar
para continuarmos ao seu lado, ou consigo.
Não tem velocímetro.
Freios.
Embreagem.
Não é um carro, certamente.
E em nada se assemelha a um.
Mas, de certo, está sempre em trânsito.
E acho que é por este motivo
que temos tanto medo de perdê-lo.
Sempre.