sábado, 1 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Despedidas e até logos
Ainda agora voltei de uma despedida. Um até logo a um pai muito querido e fiquei pensando que não há nada, nada mais importante do que amar! A vida inteira se resume a isso, porque no final das contas o que permanece é o amor.
Até logo.
Morandubas......
Hoje acordei pensando em Ganymedes José e seu livro "Depois o silêncio".
Li o exemplar de um amigo que morreu aos 18 anos... Vida breve. Sempre. Uma amiga hoje se despede do seu pai. Fiz isso aos dez anos... A dor é a mesma. Não importa o credo. Saudade é saudade.
Cada vez mais acho a morte uma indelicadeza.
Aceito, compreendo. Mas me aborreço.
Dói olhar a dor do outro. Dói a saudade.
Acredito na morte como um nascimento ao contrário: a gente desaparece aqui pra aparecer noutro lugar. Mas, não tem conexão... Ainda não podemos dispor de uma Rede Social inter-planos... Quem sabe um dia.
Morandubas à parte, setembro acaba hoje.
E foram tantas as histórias (morandubas)
Tantas vivências boas de contar.
Sempre abandono meu blog, por falta de conexão à altura.
No trabalho, trabalho, né?! E em casa, ô lentidão!!
Quero contar do curso de especialização em que fiz matrícula, mesmo sem tempo nem pra terminar meus livros!; da fila pra cidade do Rock; das vivências lá dentro; quero contar das faixas dizendo que "mundo melhor só com Jesus", que considerei e considero um desserviço! Afinal EU fui ao Rock in Rio e vou aqualquer lugar com minha crença, com minha fé; e no final das contas é o que fazemos no mundo que nos diferencia.
"Tudo nos é licito, mas nem tudo nos convém" dizia Paulo de Tarso e isso dá uma boa conversa...
Enfim, quero CONTAR E CONTAR E CONTAR a BELEZA DE SER UMA ETERNA APRENDIZ.......
Quem sabe daqui a pouco?!
sábado, 24 de setembro de 2011
Programa Conversa Literária - 15 de setembro
http://www.canalunigranrio.com.br/radio_programacao_15.html
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Minhas andanças........
Sábado estive mais uma vez na Unigranrio, contribuindo para as conversas iniciais na segunda turma do Curso de Especialização em Literatura Infantojuvenil.
Encontrei duas colegas da rede municipal, conheci outras profissionais de diversas áreas que também amam os livros e suas possibilidades de leitura...
Pela manhã participei do II Encontro para a elaboração do Plano Municipal do Livro e da Leitura daqui de Duque de Caxias.
Momentos distintos em que falei e ouvi sobre o mesmo tema.
Considero tudo isso de uma riqueza sem fim!
Nos contruimos através do ato de ouvir e falar desde que nascemos, não é mesmo?!
******
Ontem a vida me reservou outras emoções, ainda nesta área.
Fui convidada, como autora, a participar de uma culminância de projeto literário na Escola Municipal Capitão Fuzileiro Naval Eduardo Gomes. O nome da escola é grande, não é?! E o trabalho com a literatura maior ainda! Fiquei encantada.
E as lágrimas chegaram cedo, cedo... Percorrendo sozinha o espaço de exposições, antes que o trabalho efetivamente começasse, fui lendo trabalhos e biografias. Muitos autores queridos estavam por lá, em cartazes, resenhas, esculturas... No finalzinho deparei-me com minha própria biografia. Na verdade, quando vi meus livros e minha fotos, o nó na garganta foi tão apertado que nem parei... Fui caminhando devagar para o final da quadra, contendo o choro. Uma emoção muito forte me fez lembrar de vários momentos... Quando é que tudo começou mesmo? Por que, hein? Ufa.
Lágrimas represadas, mas não a emoção!
Começaram as apresentações. Assisti Bia Bedran, Ruth Rocha, Confabulando, Cecília Meireles, Raquel de Queirós... Todos lá, do meu lado. De repente um grupo de 5º ano começa a declamar poemas meus... Aí não deu pra segurar!
Só Deus sabe onde é que eu estava quando escrevi "Forte?!"...
Só ele me viu escrever, em Belém do Pará, "De novo"...
Eu nem sabia que tinha esses poemas de cor!
E ainda declamaram "Convite", que eu escrevi em 2001, na sala em que trabalhava na Secretaria de Educação na época. (E eu já impliquei tanto com este poema, minha nossa! Acho muito grande!)
Lembrei muito de mim mesma, das muitas hellenices que sou; dos dias felizes e de dor que vivi... E a alegria era incontida porque sou feliz!!
Tudo na nossa vida nos compõe. Não dá pra ser só alegre ou triste. Somos o conjunto da obra. =O)
Ali, ouvindo aqueles meninos e meninas lendo minhas reminiscências, fiquei da idade deles e mais velha. E quando me levantei pra contar-lhes meu "Menino", cantei um acalanto antes e contei um segredo depois "Acreditem em vocês mesmos. E tenham fé".
Hoje, no dia da árvore, eu lhes diria: plantem árvores de bem querer em suas vidas!
Mas acho que esta receita eles já sabem.
Assinar:
Postagens (Atom)